Chegada do Carnaval reforça necessidade de prevenção


"Época de diversão deve ser aliada a alguns cuidados contra DSTs e Aids".

O clima na época do Carnaval é de diversão e, por isso, é importante estar sempre prevenido e atento às DSTs e Aids.
Para o evento deste ano, o Ministério da Saúde lança a campanha de prevenção combinada, que reforça a importância dos jovens se prevenirem contra o vírus da Aids não só usando camisinha, mas realizando o teste. A ação também é combinada com o resultado do teste, que , se der positivo, é bom começar logo o tratamento, reforçando o conceito “camisinha + teste + medicamento”.
A turismóloga Mariana Sarciotto, de 31 anos, acredita que é importante se divertir, mas sem se esquecer da prevenção durante a folia. “O Carnaval é momento de festa para todos, inclusive os soropositivos, e todos devem ter consciência de seus atos. O teste deixa a pessoa com medo de ter um resultado positivo, o que a torna mais prudente no seu dia a dia”, defende. Dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde apontam que das 734 mil pessoas que vivem com HIV e Aids no Brasil atualmente 80% já receberam o diagnóstico.Dados da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), apresentados durante o lançamento da campanha de prevenção às DST e Aids para o Carnaval 2015 mostram que, apesar da maioria dos brasileiros (94%) saberem que a camisinha é melhor forma de prevenção às DST e Aids, 45% da população sexualmente ativa do País não usou preservativo nas relações sexuais casuais nos últimos 12 meses.
O estudante Vitor Monteiro, 25 anos, acredita que algumas pessoas que não usam preservativo não pensam na possibilidade de contrair alguma doença. “Acho que os principais motivos que levam algumas pessoas a não usar a camisinha são porque elas não pensam nas consequências e também acham que é melhor sem”, analisa.
A pesquisa apontou também um crescimento significativo de pessoas que relataram ter tido mais de 10 parceiros sexuais na vida. Esse percentual subiu de 19%, em 2004, para 26% em 2008, chegando a 44% no ano de 2013.
O fotógrafo Gilberto Evangelista, 41 anos, opta por fazer o teste de forma regular, independente da quantidade de parceiros sexuais no período. “Sou muito preocupado com minha saúde em geral e, apesar de me proteger sempre, prefiro me garantir ainda mais fazendo o teste a cada seis meses ou cada ano, no mínimo. Além disso, para poder tomar as providências necessárias o quanto antes no caso de uma possível infecção”, ressalta.
Com a ampliação da testagem do HIV, cerca de 6,4 milhões de testes rápidos foram distribuídos em 2014. O crescimento da assistência às pessoas com HIV e Aids e o incentivo ao diagnóstico precoce fazem parte das estratégias do Ministério da Saúde no cumprimento da meta “90-90-90”, que corresponde a 90% de pessoas testadas, 90% tratadas e 90% com carga viral indetectável até 2020. As metas foram adotadas pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS).

Fonte: Portal Brasil

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