Pilotos da RBR e Ferrari acreditam que podem bater Mercedes em Cingapura

"Hora da caça: Daniel Ricciardo, Max Verstappen, Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen confiam que podem quebrar o domínio de Hamilton e Rosberg na prova de domingo".

Se  existe uma etapa do campeonato que Daniel Ricciardo e Max Verstappen, da RBR, e Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen, Ferrari, aguardam até com alguma ansiedade é a que será disputada no fim de semana no Circuito Marina Bay, em Cingapura, 15ª do calendário.

A razão é simples: desde que a tecnologia das unidades motrizes híbridas foi introduzida na F1, em 2014, Lewis Hamilton e Nico Rosberg, da Mercedes, só não venceram sete das 52 corridas realizadas. E dentre essas sete, a única que os pilotos da RBR e Ferrari ganharam a batalha por disporem, surpreendentemente, de um carro mais veloz foi o GP de Cingapura do ano passado.

Nas demais seis ocasiões em que Hamilton ou Rosberg não celebraram a vitória sempre houve um ou mais fatores não usuais, pode-se dizer imprevistos, que acabaram por justificar o resultado. Veja no fim do texto a relação desses eventos e os motivos de os dois não vencerem. Os projetos para a Mercedes do grupo de Paddy Lowe, diretor técnico, Andy Cowell, unidade motriz, Mark Ellis e Aldo Costa, chassi, e Geoff Williams, aerodinâmica, são, de longe, os mais eficientes da F1.

Em 2015, porém, ao longo das 61 voltas na pista de rua de 5.065 metros de Cingapura, Vettel recebeu a bandeirada em primeiro, Ricciardo em segundo e Raikkonen em terceiro, sem que em nenhum instante Hamilton e Rosberg acompanhassem o ritmo dos três.

“Não conseguia fazer meus pneus atingirem a temperatura certa (ideal de aderência)”, explicou Hamilton, depois de abandonar ainda na 26ª volta, com problema na unidade motriz. “O acerto do nosso carro estava errado. Começamos bem a sexta-feira, mas depois os nossos adversários seguiram evoluindo e nós ficamos para trás.”

(Foto: EFE)
NADA COMPETITIVO
O inglês havia largado em quinto, com um tempo impressionantemente 1s415 pior que o do pole position, Vettel, 1min43s885. A pole do alemão da Ferrari foi a primeira não estabelecida pelos pilotos da Mercedes depois de 23 etapas seguidas do Mundial. E a primeira também não de Hamilton ou Rosberg na era híbrida.

Hamilton abandonou, mas Rosberg ainda se manteve na prova e chegou em quarto, 24s720 depois de Vettel. Acusou a mesma dificuldade do companheiro de Mercedes: “Falta de aderência, por não tirar todo o proveito dos pneus, não encontramos um acerto correto para nosso carro, Lewis teve o mesmo problema”.

A Pirelli levou para o evento da cidade-estado de Cingapura, em 2015, os pneus supermacios e os macios. Apenas dois tipos, como mandava o regulamento. Este ano, são três tipos, ultramacio, supermacio e macio. E os pilotos puderam escolher 13 dos 14 jogos a serem usados nos três treinos livres, na classificação e na corrida.

A tabela a seguir mostra como há escolhas distintas entre os 22 pilotos, o que pode condicionar um andamento também diferenciado do desempenho de cada um ao logo do fim de semana de competição, em especial ao longo dos 308,6 quilômetros da corrida, domingo.

(Foto: Reprodução)

Fonte:Globo.com

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