Falcao García reencontrou no Monaco o seu melhor futebol

Foto:Reprodução
Autor de dois gols na tarde de terça-feira contra o Manchester City, Falcao García é a grande esperança do Monaco para avançar às quartas de final da Liga dos Campeões. O colombiano atravessou uma fase dificílima da carreira entre 2014 e 2016 e agora está pronto para ser o goleador que surgiu para o estrelato no começo da década.

As passagens fracas por Manchester United e Chelsea foram fruto da forma física ruim e das poucas oportunidades dadas por Louis Van Gaal, José Mourinho e Guus Hiddink. Tanto que Falcao voltou para o Monaco e estourou novamente com muitos gols e uma presença importante na campanha que dá ao seu clube a liderança no Francês.

Foi justamente no Monaco a última grande fase de sua carreira, atrapalhada por uma lesão grave de joelho que o tirou da Copa do Mundo no Brasil. Quase três anos depois, ele pode experimentar uma volta por cima no mesmo estilo em que se consagrou por Porto e Atlético de Madrid. Camisa 9 muito habilidoso e móvel, ele tem na finalização o seu grande trunfo, algo que o Manchester City sentiu na pele no eletrizante 5-3 em solo inglês.

Falcao foi a grande ameaça ao City e ainda perdeu um pênalti no segundo tempo, que poderia ter encaminhado a vitória dos franceses. Entretanto, o time de Pep Guardiola reagiu bem e virou a partida, chocando a torcida visitante.

Em entrevista ao GloboEsporte.com, na zona mista do Etihad Stadium, Falcao explicou o retorno triunfal: “Eu sempre disse que só precisava jogar. Estava muito bem, trabalhei sempre em silêncio. Ainda que não me deixassem jogar, eu trabalhava 100% para o momento em que tivesse oportunidade. Agora estou tendo, aproveitando, e estou feliz. Eu precisava disso, ter continuidade, jogar partidas. Ninguém esquece de jogar futebol nem de fazer gols. Era questão de tempo. O trabalho me faz colher os frutos, e graças a Deus hoje isso está acontecendo“, afirmou o centroavante.

Falcao está certo. Ninguém esquece de jogar bola. Ele ainda tem uma idade apropriada para se recuperar de lesões graves. E mesmo com limitações de movimento, ainda poderia ser um grande jogador. Faltou espaço na Inglaterra, porque quando ele estava recuperado, o Manchester United o relegou ao banco. No Chelsea, algumas partidas como titular não serviram para emplacar uma sequência. Esperavam demais dele sem saber se estava tudo bem. E neste intervalo, ele sofreu com quadros de depressão por não conseguir atuar em alto nível. Algo que também ficou no passado.

Era óbvio que como protagonista na sua volta ao Monaco, García teria o controle e a sabedoria. Ajuda também o fato da liga francesa ser uma das menos competitivas da Europa, o que explica o crescimento notável do Monaco na classificação. Não é demérito dele só fazer muitos gols na França e esse argumento também cairia por terra com a atuação estrondosa diante do Manchester City. A desvantagem de dois gols para resolver a vaga no Principado não assusta os monegascos, sobretudo porque tiveram excelente desempenho fora de casa, em Manchester.

Já são 16 gols no Francês (em 15 jogos como titular) e quatro na Champions, o que reforça que o colombiano está se aproximando do que era antes da lesão mais grave de sua carreira, aquela que o impediu de jogar o tão sonhado Mundial com a sua seleção. Que bom para ele que 2018 está logo ali e o Monaco está perto de ser campeão nacional mais uma vez. Este sucesso vai empurrá-lo com muita moral até a sua estreia em Copas do Mundo.
Fonte:Yahoo

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