Gestão Temer cria condições necessárias para crescimento e emprego

Foto:Reprodução
Com o governo Michel Temer, a economia brasileira foi reorganizada e voltou a dar os resultados esperados pela sociedade. No início do ano, pela primeira vez depois de oito trimestres de quedas consecutivas, o País voltou a crescer. As medidas adotadas em pouco mais de um ano de gestão levaram à retomada do emprego, valorização das empresas na bolsa, queda da inflação e aumento da confiança de investidores, empresários e das famílias.

O presidente da República, em artigo publicado recentemente em jornais brasileiros, afirmou que “o Brasil não pode parar”. Para dar continuidade a esses avanços, o governo tem adotado medidas microeconômicas que facilitam a vida de empresários e consumidores. Além disso, enviou para o Congresso uma proposta de reforma da Previdência e outra de modernização trabalhista.

Frente a todas essas mudanças, termômetros importantes para a economia sinalizam melhorias significativas desde o início da gestão Temer. Em fevereiro de 2016, com a desorganização da economia, a inflação chegou a 10,36% no acumulado de 12 meses – um valor muito acima dos limites de tolerância.

Depois de ajustes nas contas públicas e de outras medidas, o indicador oficial que mede o custo de vida no Brasil caiu fortemente. Passou dos mais de 10% para 3,60% – o menor valor desde maio de 2007, quando o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 3,18%. Na prática, a queda desse indicador significa mesa mais farta para o consumidor, que ganha também maior capacidade de planejamento de gastos.

Ao mesmo tempo em que conseguiu derrubar a inflação, o governo criou as condições necessárias para que o Banco Central pudesse reduzir os juros básicos da economia (Selic). Com a criação do teto dos gastos, o orçamento público ficou mais organizado e diminuiu a pressão que fazia sobre o custo de vida do brasileiro. Esse cenário abriu espaço para o BC cortar os juros, o que já se reflete em empréstimos e financiamentos com taxas menores para consumidores e empresas.

Aumento de investimentos

As medidas que reorganizaram a economia e reduziram inflação e juros também criaram um ambiente melhor para investimentos. O risco de o País dar um calote em investidores, o chamado Risco Brasil, despencou em um ano de governo Temer. Antes da posse do presidente, esse indicador chegou a bater próximo dos 500 pontos. Nos últimos meses, ele assumiu uma tendência de queda e tem girado ao redor dos 200 pontos.

Na prática, quando a pontuação desse termômetro baixa, significa que um país se tornou mais confiável para investidores estrangeiros. Apenas entre janeiro e maio, com essa maior confiança, o País atraiu US$ 32,4 bilhões em investimentos estrangeiros focados no setor produtivo. Ou seja, é dinheiro com potencial de gerar mais emprego e renda no Brasil. A previsão é que, no consolidado de 2017, US$ 75 bilhões ingressem no País.

Valorização de empresas

Outro termômetro importante, a Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) mudou de direção depois da posse de Temer. No pior momento, ainda no primeiro trimestre do ano passado, o Ibovespa, principal indicador do mercado brasileiro, chegou a cair para baixo de 38 mil pontos. Desse ponto até a última terça-feira (4), a bolsa subiu em quase 70%.

Somando todas as empresas listadas na bolsa, entre maio de 2016 e maio 2017, período que o governo Temer completou um ano, houve uma forte valorização. Todas juntas, ao fim desses 12 meses, registraram ganho de R$ 509,78 bilhões.
Fonte:Portal Brasil

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